Milagre nos céus

Casos espetaculares de aviões que, mesmo em situações extremas, conseguiram pousar em segurança
Boeing 737 da Aloha: pânico a céu aberto
Boeing 737 da Aloha: pânico a céu aberto

737 “conversível”

Era o começo da tarde do dia 28 de abril de 1988 quando o Boeing 737 da companhia Aloha Airlines decolou da capital do Hawai, Honolulu com destino a ilha de Maui. Enquanto subiam, os pilotos escutaram barulhos na fuselagem e logo um ruído de vento. Ao virar para trás, o comandante viu algo indescritível: em vez da porta da cabine o céu azul.

Era o início de um dos mais tensos voos já ocorridos na história. Parte do teto da cabine de passageiros se soltou devido a uma manutenção falha e a consequente corrosão. Uma das comissárias acabou sugada para fora da aeronave, mas os demais ocupantes sobreviveram sem ferimentos.

Uma comissário de bordo foi sugada da cabine com o rompimento da fuselagem (Reprodução)
Uma comissário de bordo foi sugada da cabine com o rompimento da fuselagem (Reprodução)

Os pilotos conseguiram  levar o jato de volta à pista se comunicando por sinais devido ao barulho do vento, e pousaram o 737 mesmo com apenas um motor funcionando.

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11 comments
  1. Está faltando acidente ocorrido com 747 da United próximo ao Japão, que perdeu, também, parte do revestimento da fuselagem próximo ao nariz.

  2. Uma pergunta, por acaso o “737 conversível” não foi aquele que teve sua história contada no Filme “Voo 243 Pouso de emergência”??

  3. Por favor, pesquisem isso direito antes de publicarem! O voo 243 da Aloha Airlines não saiu de Honolulu para Maui. Saiu de Hilo, na Ilha Grande do Havaí, para Honolulu. Maui fica no meio do caminho dessa rota e era o aeroporto mais próximo quando ocorreu a ruptura da fuselagem, daí ter sido o local do pouso de emergência. E embora o avião tenha sofrido danos enormes, os motores estavam intactos, exceto por alguns arranhões e amassados na parte da frente das naceles, que não afetavam o funcionamento. Portanto, os dois motores estavam funcionando, mas mesmo que um deles realmente não estivesse, um 737 pode voar perfeitamente bem assim, e conseguir pousar “mesmo com apenas um motor funcionando” não tem nada de extraordinário.

  4. Prezado Goyta
    O extraordinario nao foi o pouso monomotor do 737 mas sim o fato da ruptura de parte da fuselagem e ter havido somente uma morte , concordo contigo que pousar monomotor nao tem nada de excepcional fazemos isso nos simuladores …. mas ter perda daquela parte superior e ainda pousar , isso sim foi excepcional .

  5. No voo da Aloha, que eu me lembre, além da comissária, uma fileira de cadeiras caiu para fora do avião, levando consigo os passageiros…

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