Milagre nos céus

Casos espetaculares de aviões que, mesmo em situações extremas, conseguiram pousar em segurança
Boeing 737 da Aloha: pânico a céu aberto
Boeing 737 da Aloha: pânico a céu aberto

Bombardeiro desfigurado

Os bombardeios durante a Segunda Guerra causaram imensas perdas de aviões para o fogo anti-aéreo. Sem a tecnologia atual, esses aparelhos eram obrigados a voar por cima do alvo em altitudes medianas para liberar suas bombas.

O B-17 sem o nariz após ser atingido pelo fogo anti-aéreo na Segunda Guerra
O B-17 sem o nariz após ser atingido pelo fogo anti-aéreo na Segunda Guerra (Domínio Público)

As esquadrilhas de B-17 da Força Aérea dos Estados Unidos estão entre as que mais tiveram baixas durante os ataques à Alemanha nazista. Mas nem sempre esses quadrimotores pereciam. Um caso emblemático foi o do B-17 ‘Lovely Juice‘ pilotado por Lawrence Delaney.

Atingido por projéteis de uma bateria anti-aérea em outubro de 1944, o bombardeiro teve o nariz desfigurado e com ele dois dos tripulantes mortos. Mesmo com as ferragens retorcidas e sem enxergar claramente à frente, Delaney conseguiu retornar à base na Inglaterra e pousar em segurança, num dos vários casos em que os B-17 honraram o apelido de ‘Fortalezas Voadoras’.

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  1. Está faltando acidente ocorrido com 747 da United próximo ao Japão, que perdeu, também, parte do revestimento da fuselagem próximo ao nariz.

  2. Uma pergunta, por acaso o “737 conversível” não foi aquele que teve sua história contada no Filme “Voo 243 Pouso de emergência”??

  3. Por favor, pesquisem isso direito antes de publicarem! O voo 243 da Aloha Airlines não saiu de Honolulu para Maui. Saiu de Hilo, na Ilha Grande do Havaí, para Honolulu. Maui fica no meio do caminho dessa rota e era o aeroporto mais próximo quando ocorreu a ruptura da fuselagem, daí ter sido o local do pouso de emergência. E embora o avião tenha sofrido danos enormes, os motores estavam intactos, exceto por alguns arranhões e amassados na parte da frente das naceles, que não afetavam o funcionamento. Portanto, os dois motores estavam funcionando, mas mesmo que um deles realmente não estivesse, um 737 pode voar perfeitamente bem assim, e conseguir pousar “mesmo com apenas um motor funcionando” não tem nada de extraordinário.

  4. Prezado Goyta
    O extraordinario nao foi o pouso monomotor do 737 mas sim o fato da ruptura de parte da fuselagem e ter havido somente uma morte , concordo contigo que pousar monomotor nao tem nada de excepcional fazemos isso nos simuladores …. mas ter perda daquela parte superior e ainda pousar , isso sim foi excepcional .

  5. No voo da Aloha, que eu me lembre, além da comissária, uma fileira de cadeiras caiu para fora do avião, levando consigo os passageiros…

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