Boeing vai reduzir produção do 777 em 40%

A partir de agosto de 2017, produção do 777 será limitada a apenas cinco aeronaves por mês
A Boeing soma atualmente 165 pedidos pelo 777 (Boeing)
A Boeing soma atualmente 165 pedidos pelo 777 (Boeing)
A Boeing soma atualmente 165 pedidos pelo 777 (Boeing)
A Boeing soma atualmente 165 pedidos pelo 777; jatos serão entregues até 2019 (Boeing)

A Boeing anunciou nessa terça-feira (13) que vai reduzir a produção do jato 777 e suas versões, a partir do próximo ano. Segundo a fabricante, o ritmo de entrega mensal da linha de montagem do modelo será reduzido de 8,3 aeronaves para apenas sete, em janeiro. Em agosto haverá outra redução: de sete para apenas cinco jatos por mês.

Como explicou Elizabeth Lund, diretora do programa Boeing 777, a redução na produção do aparelho está associada a diminuição das encomendas pelo mesmo. Nem o acordo bilionário com a Iran Air, que pede 80 aeronaves (incluindo 15 jatos 777), será capaz de ajudar a fabricante a contornar a situação. Atualmente, a Boeing soma 165 pedidos pelo 777, nas versões 777-300ER e 777F (de carga). Todos esses aviões devem ser entregues até 2019.

A fabricante também adiantou que a redução da produção do 777 também vai impactar em seu quadro de funcionários nos Estados Unidos, que deve ser reduzido em 2017.

Ao mesmo tempo em que corta a produção do 777, a Boeing está trabalhando no desenvolvimento do 777X, a próxima geração do “triple-seven”. O plano da fabricante é levantar voo com o novo jato já no próximo ano e prepará-lo para entrar em operação comercial a partir de 2020.

Veja mais: Boeing admite que pode encerrar produção do 747

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