A SWISS planeja retirar definitivamente de operação sua frota de Airbus A220-100, abandonando planos anteriores de eventualmente reativar as aeronaves.
A mudança foi revelada durante a apresentação dos resultados trimestrais do Grupo Lufthansa e noticiada inicialmente pelo site alemão Aero.de.
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Segundo a companhia, a expectativa agora é operar no médio e longo prazo sem o A220-100.
Dos nove aviões originalmente operados pela SWISS, quatro permanecem em serviço, três já foram armazenados e dois estão sendo desmontados para fornecer peças de reposição, especialmente motores Pratt & Whitney PW1500G, para a frota de 21 A220-300 da empresa.
A companhia informou que a medida visa melhorar a disponibilidade e a confiabilidade operacional da frota maior de A220-300. Os quatro A220-100 restantes devem ser retirados de serviço até o fim de 2027, antes de também serem armazenados.
A decisão tem peso adicional porque a SWISS foi a operadora de lançamento do A220, introduzindo a aeronave — então chamada Bombardier CS100 — na aviação comercial em 2016. Quase uma década depois, prepara-se para aposentar o menor integrante da família de sua frota.

Na mesma apresentação, o Grupo Lufthansa confirmou a decisão de se desfazer da frota remanescente de Bombardier CRJ-900.
O CEO Carsten Spohr afirmou que todos os 23 aviões estão à venda e que a empresa negocia com diversos potenciais compradores.
A medida ocorre após o encerramento da Lufthansa CityLine em abril de 2026. A Lufthansa não vê mais espaço para jatos regionais de 90 assentos, citando custos de combustível mais altos e prejuízos crescentes nas rotas alimentadoras, agora operadas pela Lufthansa City Airlines.
Spohr acrescentou que espera demanda dos Estados Unidos para absorver parte da frota, onde companhias regionais continuam operando o CRJ-900.



