Torre de 20 mil metros é nova aposta para chegar ao espaço

Solução pode reduzir o consumo de combustível no lançamento de foguetes em até 30%
A torre com quase 20 km de altura pode ser o ponto de lançamento de foguetes do futuro (Imagem - Thoth Technology)
A torre com quase 20 km de altura pode ser o ponto de lançamento de foguetes do futuro (Imagem – Thoth Technology)
A torre com quase 20 km de altura pode ser o ponto de lançamento de foguetes do futuro (Imagem - Thoth Technology)
A torre com quase 20 km de altura pode ser o ponto de lançamento de foguetes do futuro (Imagem – Thoth Technology)

Uma empresa canadense registrou nos Estados Unidos uma patente inusitada que pode ajudar a economizar milhões de dólares para se chegar ao espaço. A Thoth Technology, que desenvolve equipamentos espaciais, patentou o projeto de uma torre de 20 mil metros de altura com um ponto de lançamento de foguete do topo. A solução, segundo a companhia, pode reduzir em até 30% o consumo de combustível nas naves lançadas a partir desta altitude.

Como explica a Thoth, os equipamentos seriam levados até o topo por meio de elevadores no interior da torre, que a empresa chamou de “Space Elevator”. Para manter a construção estabilizada em meio as rajadas de ventos em diferentes altitudes, equipamentos orientados por giroscópio ativarão controles pneumáticos de sustentação variando a posição das estruturas para se adaptar ao vento.

Informações sobre os métodos de construção para o elevador espacial ainda não foram divulgados. Em altitudes muitos elevadas, por exemplo, operários precisariam de equipamentos para respirar e operação de guindastes também pode ser um tanto perigosa.

O projeto canadense, com quase 20 km de altura, é mais de 20 vezes mais alto que a maior estrutura da atualidade, o enorme edifício Burj Khalifa, em Dubai, com 828 metros.

Veja mais: Conheça as armas (de verdade) do Grupo Odebrecht

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  1. Legal e possível !!!!que comentários idiotas esses acima essa torre é um artificio pra o homem ir mais longe ao desconhecido e um avanço cientifico totalmente diferente do teocentrismo da época …_._

  2. Trabalho num Departamento de Ciência e Tecnologia. Não vejo isso como possível. O problema real não são os ventos, aviões, temperaturas nem ar rarefeito. A questão é como eles vão lidar com a rotação da Terra, que fará uma diferença de forças enorme entre a base e o topo. Bem, mas já registraram a patente, né…

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