Conheça o cemitério submerso de aviões da Segunda Guerra

Fotografa documenta aviões da marinha americana abandonados no Pacífico e que permanecem a 40 metros de profundidade
O avião de ataque Avenger curiosamente está com as asas recolhidas, como se estivesse armazenado no porão de um porta-aviões
O avião de ataque Avenger curiosamente está com as asas recolhidas, como se estivesse armazenado no porão de um porta-aviões
O avião de ataque Avenger curiosamente está com as asas recolhidas, como se estivesse armazenado no porão de um porta-aviões
O avião de ataque Avenger curiosamente está com as asas recolhidas, como se estivesse armazenado no porão de um porta-aviões

Janeiro de 1944. A Segunda Guerra Mundial já vivia o momento da virada em favor dos Aliados, mas no Pacífico Estados Unidos e Japão ainda seguiriam no conflito por muito tempo. Foi quando ocorreu a Batalha de Kwajalein, um atol próximo às ilhas Marshall.

Os americanos bombardearam vários navios japoneses ancorados na região, numa ofensiva para controlar a região, estratégica para pôr fim à guerra. O ataque foi bem sucedido e as perdas de aeronaves, mínimas, mas o que explica tantos aviões repousando no fundo do mar?

A razão é para deixar de cabelos em pé qualquer admirador de aviões. Após o conflito e sem condições de levar parte da frota de aeronaves de volta aos Estados Unidos, a marinha americana decidiu lançar uma parte deles ao mar. Isso mesmo, aviões em condições perfeitas de voo.

Veja mais: Ponte aérea Rio-São Paulo já teve avião “inquebrável” e até champanhe

Atol de Kwajalein (reprodução Google)
Atol de Kwajalein (reprodução Google)

O cemitério de aviões havia sido esquecido até que Brand Mueller, um marinheiro que fez parte da guarda costeira americana, mergulhou na região e fez imagens submersas de 150 aviões que hoje repousam a cerca de 40 metros da superfície – em um local ainda controlado por militares.

Confira a seguir algumas imagens de Mueller e veja mais delas aqui.

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  1. Tenho 57 anos, e sou testemunha viva de idêntico comportamento dos militares americanos na Guerra do Vietnã! Ao decidirem desistir de continuar combatendo o avanço de comunistas no Vietnã do Norte, assisti à narração emocionada de Sergio Chapelin, no Jornal Nacional, descrevendo o desespero de civis que brigavam entre si para embarcar nos helicópteros UH-!H Huey americanos que rumavam para a segurança dos porta-aviões americanos alí próximos. Mas ante a rápida proximidade dos vietcongs, bem como necessitando de melhor espaço físico para essas pessoas nos porta aviões, esses mesmos helicópteros eram então empurrados pelos marinheiros, e jogando-os ao mar!

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