Boeing 787 passa por “recall” nos EUA

Agência de aviação dos EUA ordena empresas a revisarem os motores dos aviões com urgência
A medida afeta apenas os 787 equipados com motores General Eletric (Boeing)
A medida afeta apenas os 787 equipados com motores General Eletric (Boeing)
A medida afeta apenas os 787 equipados com motores General Eletric (Boeing)
O Boeing 787 é um dos aviões mais avançados da atualidade; seu concorrente é o Airbus A350 (Boeing)

A FAA, o órgão de administração federal de aviação nos Estados Unidos, ordenou a todas as companhias do país a realizarem reparos urgentes em suas aeronaves Boeing 787 Dreamliner equipados com motores General Eletric (modelo GEnx-1B PIP2). A diretiva foi publicada na sexta-feira (22) e as empresas aéreas dos EUA tem 150 dias para revisarem seus aviões.

A notificação da FAA foi motivada por um incidente ocorrido no final de janeiro deste ano, quando um 787 da Japan Airlines, que fazia a ligação Vancouver – Tóquio. Um dos motores da aeronave parou de funcionar quando o jato estava a 20.000 pés (6.100 metros) e os pilotos não conseguiram reiniciá-lo, mas foram capazes de pousar minutos depois, em segurança.

Segundo relatório da agência, a medida envolve 43 aeronaves nos EUA. Mas a ação pode se tornar mundial: órgãos de aviação civil de outros países, inclusive a ANAC, seguem as mesmas regras criadas da FAA. Se isso ocorrer, os reparos poderão ser extendidos a outros 133 aparelhos Boeing 787, com o motor General Eletric (mais usado nos EUA).

Outros 220 modelos Boeing 787 em serviço pelo mundo todo não são afetados, pois são equipados com outro par de motores: o Rolls-Royce Trent 1000.

Veja mais: TAM inicia ponte aérea com jato internacional

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