Dassault entrega primeiro Falcon 8X

Jato executivo de alcance ultralongo pode viajar de São Paulo até Moscou sem paradas
O Falcon 8X, avaliado em mais de US$ 57 milhões, já tem cliente no Brasil (Dassault)
O Falcon 8X, avaliado em mais de US$ 57 milhões, já tem cliente no Brasil (Dassault)
O Falcon 8X, avaliado em mais de US$ 57 milhões, já tem cliente no Brasil (Dassault)
O Falcon 8X, avaliado em mais de US$ 57 milhões, já tem cliente no Brasil (Dassault)

A Dassault Aviation entregou nesta quarta-feira (5) a primeira unidade do jato executivo Falcon 8X a Amjet Executive, empresa de fretamento de aeronaves da Grécia. A cerimônia de entrega da aeronave foi realizada na sede da fabricante, em Bordeaux-Merignac, na França.

Avaliado em US$ 57,5 milhões (R$ 185 milhões), o Falcon 8X é um dos jatos executivos mais rápidos da atualidade e capaz de voar por grandes distâncias. Segundo a Dassault, a aeronave alcança a velocidade máxima de 1.156 km/h e tem autonomia para viagens de até 15.880 km, o suficiente para voar de São Paulo (SP) até Moscou, na Rússia, sem paradas para reabastecimento.

“Ver o novo carro-chefe da Falcon entregue na hora certa, tudo em perfeita ordem, nos dá imenso orgulho”, disse Eric Trappier, presidente da Dassault Aviation. A Amjet também oferece voos charter com os jatos Falcon 900EX e o Falcon 7X.

A fabricante francesa confirmou que 11 unidades do Falcon 8X já estão em fase de montagem final e outros 16 aparelhos estão sendo equipados e pintados.

Mais entregas são esperadas nas próximas semanas para os clientes em uma dúzia de países, como EUA, Emirados Árabes Unidos, Índia e até no Brasil, que é um dos principais mercados no mundo de jatos executivos de longo alcance.

Recentemente, o Falcon 8X foi exposto na feira de aviação executiva Labace 2016, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O jato francês, o único da categoria impulsionado por três motores a jatos, pode ser configurado para transportar de oito a 19 passageiros.

Veja mais: Gol lança serviço de internet em voo

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  1. Caro Thiago, eu havia feito uma pergunta semelhante em outra postagem, mas ninguém me respondeu.

    Gostaria de saber o por quê do terceiro motor, quando todos os outros fabricantes deixaram de utilizar essa configuração. Alguns, aliás, jamais o fizeram.

    Por certo é uma vantagem nas operações de pouso e decolagem, além de uma certa estabilidade em algumas condições. Mas isso é determinante para manter um motor (e um gasto) a mais, com um design que eu acho feio, com um ar ultrapassado, lembrando os DC-10 e os Lockheed TriStar.

    Mas acho que enquanto estiverem vendendo, não gastarão uma fortuna para mudar o projeto.

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