A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) está investigando um incidente de perda de separação envolvendo o helicóptero Marine One do presidente Donald Trump e um jato regional de passageiros que decolou do Aeroporto Nacional Ronald Reagan Washington.
Segundo a FAA, o helicóptero presidencial e um Embraer E170 da Envoy Air chegaram a ficar mais próximos do que a separação mínima exigida pelas normas americanas. Ambas as aeronaves seguiram seus voos normalmente e o presidente não chegou a correr risco.
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O incidente ocorreu em 5 de agosto, após o Marine One deixar a Casa Branca com destino à Base Aérea de Andrews. Praticamente no mesmo momento, o voo 3742 da Envoy decolou do Reagan National para Pensacola, Flórida.
Após a colisão fatal entre um jato regional da American Airlines e um UH-60 Black Hawk do Exército dos EUA próximo ao Reagan National, em janeiro de 2025, a FAA proibiu operações simultâneas de helicópteros e jatos comerciais na área do aeroporto. Decolagens comerciais normalmente são suspensas alguns minutos antes da decolagem do Marine One.

A agência informou que sua análise preliminar identificou uma perda momentânea de separação e confirmou que os controladores de tráfego aéreo mantiveram comunicação com ambas as tripulações durante todo o evento. O Conselho Nacional de Segurança no Transporte (NTSB) também abriu investigação.
Marine One é o indicativo de rádio utilizado sempre que o presidente dos EUA está a bordo de um helicóptero do Corpo de Fuzileiros Navais. A missão normalmente é realizada por helicópteros VH-3D Sea King ou VH-60N White Hawk operados pelo Esquadrão Um de Helicópteros dos Fuzileiros (HMX-1), embora a frota esteja sendo gradualmente substituída pelo novo VH-92A Patriot.
A aeronave presidencial transporta o presidente entre a Casa Branca, a Base Aérea de Andrews e outros destinos na região de Washington.



