Companhias alcançam recorde de pontualidade durante as Paralimpíadas

Pontualidade durante o evento foi de 95,3%, superando números das Olimpíadas e da Copa do Mundo
Rio de Janeiro sediou as Paralimpíadas entre os dias 7 e 18 de setembro
Rio de Janeiro sediou as Paralimpíadas entre os dias 7 e 18 de setembro. (Divulgação)
Rio de Janeiro sediou as Paralimpíadas entre os dias 7 e 18 de setembro
O Rio de Janeiro sediou as Paralimpíadas, entre os dias 7 e 18 de setembro (Divulgação)

Segundo dados divulgados pelo Ministério do Transporte, Portos e Aviação Civil, a pontualidade dos voos nacionais alcançou a marca recorde de 95,3%, ficando acima do registrado nas Olimpíadas (94,8%) e na Copa do Mundo de Futebol, de 2014 (91,2%).

“É a nossa segunda medalha de ouro em duas semanas, pois a pontualidade nas Olimpíadas já havia sido recorde. Esse resultado é a prova incontestável de como a operação da aviação comercial brasileira está madura, preparada para atender com segurança, qualidade e pontualidade eventos com grande demanda pelo transporte aéreo. E mais bonito ainda: uma marca que honra e reconhece a resistência e a garra dos nossos atletas paralímpicos” ”, afirmou Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR).

Os dados foram apurados entre os dias 1 e 19 de setembro, sendo considerados voos pontuais aqueles que partem em até 30 minutos do horário programado. No Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro (RJ), foi registrado um movimento de 3,3 mil cadeirantes no período, alcançando a marca de embarque de mil passageiros com necessidades especiais em apenas um dia, ultrapassando a média diária de 70 passageiros.

Ao todo, os nove aeroportos envolvidos no evento conseguiram registrar um movimento de 6,5 milhões de pessoas, com 28,2 mil decolagens nos 20 primeiros dias de setembro, o que equivale a uma média de 2,5 mil partidas por dia. Além disso, foram registrados transportes de 9,2 mil bagagens entre os dias 18 e 20 de setembro, da área de check-in remoto da Vila dos Atletas para o Galeão, por meio de 68 caminhões.

Veja mais: Quando o Brasil quis comprar o supersônico Concorde

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