Bombardeiro nuclear chinês H-20 está perto de ser revelado, diz governo do país

O vice-comandante da Força Aérea do Exército de Libertação Popular afirmou a mídia local que a aeronave invisível aos radares está dentro do cronograma e que não é uma ameaça aos Estados Undos
Ilustração não oficial de como seria o bombardeiro H-20 da China
Ilustração não oficial de como seria o bombardeiro H-20 da China (redes sociais)

A China voltou a prometer a revelação iminente do seu primeiro bombardeiro furtivo (invisível aos radares), conhecido como H-20 Storm (tempestade).

Em entrevista ao jornal estatal Hong Kong Commercial Daily, o vice-comandante da Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China (PLAAF) afirmou que a misteriosa aeronave está perto de ser desvendada. “Está chegando em breve, aguarde!” disse Wang Wei.

Os Estados Unidos, a Rússia e a China estão desenvolvendo bombardeiros furtivos avançados, mas apenas a Força Aérea dos EUA (USAF) revelou a sua nova aeronave, o B-21 Raider, fabricado pela Northrop Grumman.

A Rússia afirma há anos que o projeto PAK-DA está progredindo, mas a falta de recursos e as sanções ocidentais podem ter colocado o programa em segundo plano no meio do conflito com a Ucrânia.

A China já fez suspense sobre revelação do H-20
A China já fez suspense sobre revelação do H-20 (Reprodução)

Segurança própria

A China, que já tem em serviço um caça de 5ª geração, o J-20, e outro em desenvolvimento (J-35), revelou em 2016 que estava projetando o bombardeiro, substituto do H-6, jato baseado no antigo Tupolev Tu-16 russo.

Embora o país tenha frustrado outros anúncios de apresentação da aeronave, Wang Wei negou que haja problemas no seu desenvolvimento.

Sob fabricação pela Xian, o H-20 tem um enorme potencial estratégico já que é projetado para atacar alvos a longa distância.

Bombardeiro furtivo B-21 Raider
Bombardeiro furtivo B-21 Raider (NG)

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Segundo relatos, ele teria uma carga útil de 45 toneladas e autonomia de 8.500 km, além de poder ser reabastecido em voo, o que o tornaria uma ameaça aos Estados Unidos.

Apesar disso, Wei negou qualquer rivalidade entre as superpotências. “Não competimos com os Estados Unidos, apenas nos preucupamos com a nossa própria segurança.”

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