Conheça os jatos de combate que já voaram com a FAB

Do antigo Meteor ao atual F-5, força aérea também teve bombardeiros e aviões de ataque ao solo com motores de alta performance
Dassault Mirage 2000

A Força Aérea Brasileira (FAB) estreou na era dos caças a jato em 1953 com a chegada dos Gloster Meteor, fabricados na Inglaterra. A aeronave, que nesse tempo era uma das mais avançadas no mundo, substituiu os veteranos P-47 Thunderbolt que haviam participado da Segunda Guerra Mundial com o grupo “Senta a Púa”, e estabeleceram novos parâmetros de velocidade e altitude que os antigos aviões com motores a pistão jamais poderiam alcançar.

A partir do Meteor, aeronaves a jato foram incorporadas em todas os esquadrões de ataque e defesa da FAB. A mudança exigiu a aquisição de diversos aparelhos ao longo dos anos e também movimentou a indústria nacional, que desenvolveu seus próprios aviões com motores turborreatores.

Fundamentais para vigiar os céus do país, as aeronaves de combate a jato também são importantes instrumentos de dissuasão geopolítica. É como um recado para os vizinhos no estilo: “Não mexa comigo, pois eu tenho caças a jato”. Felizmente, a FAB nunca utilizou essas aeronaves em combate.

Conheça a seguir a “coleção” de aeronaves de combate com motores a jato que já voaram e ainda voam com as cores da FAB:

Gloster Meteor

Primeiro caça a jato da FAB, o Gloster Meteor chegou ao Brasil após um curioso acordo: o governo brasileiro trocou 15.000 toneladas de algodão por 60 caças britânicos. O avião alcançava 900 km/h e 15 mil metros de altitude.

O Gloster Meteor podia voar a mais de 900 km/h e operou no Brasil até 1974 (Coleção Camazano)
O Gloster Meteor podia voar a mais de 900 km/h e operou no Brasil até 1974 (Coleção Camazano)

O Meteor foi um dos primeiros aviões com motores a jato do mundo. Desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial, a aeronave voou pela primeira vez em 1943 e participou de ações isoladas no final do conflito na Europa. O modelo britânico é contemporâneo do caça alemão Messerschmitt Me 262, que foi o primeiro avião a jato a entrar em operação.

Por ser um dos únicos aviões de seu tipo no mercado do pós-guerra, o Meteor foi o primeiro caça a jato de diversos outros países, como Austrália, França e Holanda. A FAB operou os jatos da Gloster Aircraft de 1953 até 1974.

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ZÉ JURUBEBA
5 anos atrás

O QUE É QUE EU VOU COMENTAR DIANTE DESSA SUCATARIA TODA.

José Augusto da Silva
5 anos atrás

Estou muito interessado, em conhecer melhor, esse importante processo histórico da nossa avião de caça.

eulálio
eulálio
5 anos atrás

A maioria das informações sobre quantidade de aviões usados pela FAB etá errada. Por exemplo a EMBRAER construiu 186 xavantes e FAB operou 166, sendo o restante exportado para o Paraguay, Togo e Argentina (Armada). O primeiro lote de Mirage III tinha 17 unidades..sendo três biplaces. Depois foram adquiridas unidades esporádicas de 2ª mão do Armé d’Lair ..girando o total ao redor de 36 aviões..vários perdidos sem acidentes. Quando saiu de operação havia 21 em inventário ainda. Ao contrário do informado os primeiros F-5 serão retirados de serviço a partir de 2018/19..por excesso de horas de célula..com a chegado dos novos grippen. A Marinha reduziu o número de A-4 para 12 unidades, sendo os demais utilizados para canibalização (retirada de peças de reposição). Numa simples consulta aos sites da FAB e da MB encontra-se toda a informação a respeito

roger
roger
5 anos atrás

Por que só temos jatos de combate de baixo nível?
Um país com uma enorme extensão territorial deveria se equipar MUITO melhor e não com peças de quintal dos vizinhos.

Não é atoa que uma enorme quantidade de armamento ilegal (superior ao do próprio exército) entra facilmente pelas vastas fronteiras.

Se um dia essa nação entrar em guerra, vamos se esmagados ao estilo Vietnam.

Mas vamo deixar isso de lado e investir em Futebol e Carnaval que estamos todos tranquilos.

Alex Dagoberto Monares Olea
Alex Dagoberto Monares Olea
5 anos atrás

A força aérea brasileira deveria ficar mais unida à Força aérea do Chile a FACH, já que na América do Sul, considero ela como a mais completa e moderna…com seus F-16…

Everaldo Ferreira
Everaldo Ferreira
5 anos atrás

A matéria acima pode ilustrar como nosso país não almeja por guerras ou conflitos. Nenhuma aeronave supersônica foi utilizada em guerras, mas apenas para interceptações e defesa nacional.
Estes argumentos podem parecer ótimos para os “humanistas”, mas não é para uma defesa nacional que se prese, ou para uma nação com princípios de soberania sobre seus limites territoriais.
Precisamos urgente de uma política mais enfática sobre a defesa nacional. Um chefe da aeronáutica não pode ser acionado sempre que se necessite fazer um tiro para derrubar uma aeronave.
Um navio que invade nossos limites marítimos e não se identifique não pode sair impune e sem fiscalização.
Um navio, tido de exploração oceânica, não pode ter suas atividades ocultas de nossa marinha. Mas para qualquer ação necessitamos de um país pronto a se defender, quer politicamente, quer militarmente.

Anil Dixit
Anil Dixit
5 anos atrás

Trabalhei na AEronautica Neiva em S.J.dos Campos e acho falta de consideracao, o artigo nao menciona os avioes fabricados pela Neiva, ou seja. tais como: Regente, T-25 e T-26 modificado.

Paulo
5 anos atrás

Adoro documentário â respeito da aviação, brasileira e do resto do mundo, tanto militar como cívil.

Sérgio Simonsen
Sérgio Simonsen
5 anos atrás

Aí Thiago vinholes, se o Eulálio estiver certo, sua reportagem é um embuste! Responde essa!

José Xavier Neto
José Xavier Neto
5 anos atrás

Muito legal esta matéria, não sabia destas informações, o problema é, gastamos uma grana com isto e ainda não temos os nossos. Pelo que vi na matéria, a França por exemplo, pós gerra, iniciou seu desenvolvimento aéreo na mesma época que o Brasil comprou caças etc..eles já tem caças próprios de alta performance e nós!!!!

Renan
Renan
5 anos atrás

Boas informações. No entanto, observamos que, para um país de dimensões continentais, ter uma aparelhamento obsoleto e em poucas quantidades nos faz um alvo fácil perante uma ameaça beligerante. Não precisaríamos ter grandes quantidades tal como os gigantes da guerra possuem (Rússia, China, EUA), mas teríamos que ter algo equivalente em qualidade e quantidade tal que garantisse a soberania do território e uma certa persuasão. Por exemplo, a Venezuela tem vários SU-30 que, sem sombra de dúvidas, teriam supremacia total no ar em um combate hipotético contra nós. Realmente, penso que os governantes estão bem aquém dos nossos braços armados, da qual já fiz parte e mto nos orgulha, não os representando em sua nobre missão.

Francesco Piraino
5 anos atrás

Resumindo… S U C A T A!!

Mario Roberto
Mario Roberto
5 anos atrás

Nossa sorte é que o Brasil não se envolve em guerras.

T.Moraes
T.Moraes
5 anos atrás

Forças Armadas geralmente tem dois tipos de armas; ATAQUE e DEFESA. No caso do Brasil só existe armas de ataque. No caso de um guerra, ao ver as ramas do Brasil o inimigo sofrerá um fulminante ataque de riso. O pior, é que estes carros de bois com asas; bandeirantes e ou Xavantes, ultrapassados, mesmo assim, o que tem neles de tecnologia pertence aos EUA! Isto quer dizer, a venda é apenas para que os EUA permitir, bem como uso; por certo, jamais poderá ser usado contra interesse dos EUA. Sempre que leio sobre tecnologia bélica, vem me a mente, que muito me convenceram que o sistema comunista, não funciona, nem nem nunca funcionou. Porém nunca me explicaram por que Brasil que nunca foi comunista/socialista não passou nem por 5% dos problemas que a Rússia já passou; como por exemplo perdeu mais gente na segunda guerra do que toas as nações juntas multiplicado por dois. Nunca teve boicotes. NÃO OBSTANTE está uns sessenta anos atrasado em relação a Rússia. Ou seja, a despeito de tantas guerras e boicotes, há 60 anos a Rússia já tinha tecnologia que atualmente não temos! Nossos armamentos são de TERCEIRA, sorte que os possíveis inimigos também o são. Imaginam que foi a URSS quem pousou as primeiras sondas em Vênus, Marte, Lua. O primeiro GPS (Glonass), satélite, homem no espaço etc etc. Isto há décadas e nós aqui com bodoques!

Hesley
Hesley
5 anos atrás

O Que a FAB faz com os aviões desativados?

Tetsuo Shimura
Tetsuo Shimura
5 anos atrás

Os ufanistas brasileiros acreditam que Santos Dumont “inventou” o avião. Certo ou errado é que o Brasil jamais produziu uma aeronave com percentual considerável de produtos brasileiros e desde os governos petistas destruíram o que restava de empresas brasileiras. Falam da Embraer, mas ela precisa comprar desde o CAD/CAM, alumínio, túnel de vento, rebites, fios e cabos elétricos, que dirá sobre as turbinas, aviônicos…. Só mesmo na música é que o brasileiro pode cantar: “eu sou brasileiro, com muito orgulho….”

Jorge Aragão
Jorge Aragão
5 anos atrás

Os coitados dos F5 estão se encarregando de toda frota de avião que aposenta.

Eron
Eron
5 anos atrás

Em pensar que um dia a Fab teve uma frota atualizada de caças.

Walter Marques
Walter Marques
5 anos atrás

Enquanto estamos com famigerados F5 os Norte Americanos “brincam” com F-15, F-16, F-18 Super-Hornet…..e assim vai. Estamos anos luz atrasados em relação à outros países e, quando entrarem em operação os novos aviões que compramos, já estarão defasados. Um país com dimensões continentais como o Brasil com uma frota tão defasada e sucateada.

Cesar Filho
Cesar Filho
5 anos atrás

Alguem responda pra mim fazemos aviões e exportamos; PORQUE GASTAMOS TANTO DINHEIRO IMPORTANDO (comprando) aviões no exterior.
Vamos valorizar os nossos.

clovis
clovis
5 anos atrás

Otima materia

PAULISTA / H
PAULISTA / H
5 anos atrás

Olá Tetsuo Shimura.
Certíssimo o seu comentário.
Sou piloto civil e, como tal, sabemos (nós pilotos) quais perfeições, e excelências, são exigidas nos materiais que compõem uma aeronave.
Dos aparentemente mais simples aos mais precisos.
Num simples detalhe, veja a qualidade da ‘cabragem’ nos aviões. Uma ‘fiação’ de extrema qualidade, e, assim, todos os seus outros milhares de componentes.

rubens
rubens
5 anos atrás

Infelizmente , perante o mundo a Marinha do Brasil e a FAB , são uma piada ….

Joca
Joca
5 anos atrás

Nossas forças armadas são uma piada mesmo.

Não aguenta uma guerra nem com a Argentina, QUE PIADA ESSE BRAZIU!

Renato
Renato
5 anos atrás

Ainda bem que a fab adquiriu estes aviões
Como será que eles iriam combater o aedes aegypt?
Sim, porque atualmente as forças armadas só servem para combaterem mosquitos e olhem lá porque em alguns pontos do rio de janeiro os traficantes não permitiram a entrada dos bravos combatentes. Parábens presidANTA do Brasil pela suas forças armadas

João Gualberto
João Gualberto
5 anos atrás

-Esta rápida reportagem mostra a história dos aviões que a FAB utilizava e utiliza. Importante ressaltar que independentemente de equipamento de ponta(aviões) o recurso humano(pilotos, instrutores, pessoal de apoio) continua sendo de ponta.
-É uma temeridade deixar nosso espaço aéreo com equipamentos aquém do esperado. Nossa FAB merece equipamento de primeira grandeza e a EMBRAER incentivo para pesquisa e desenvolvimento de aeronaves que possam ser fabricadas(a maior parte possível) dentro de nossas indústrias e de nossa realidade.
-Parabéns pela reportagem e sucesso!

roney soares
roney soares
5 anos atrás

Se os F5 da FAB voam atá hoje, é porque são de boa qualidade, penso que deveriam adquirir o F18 e não esse Gripen que nem saiu do papel.

JOSÉ ALBERTO
5 anos atrás

THIAGO VINHOLES GOSTEI E MUITO DE SUA EXPOSIÇAO SOBRE AVIÕES ANTIGOS DO ANTIGO EGITO DE 6000 MIL ANOS,, NÃO É DO BRASIL NÃO OS DO BRASIL SÃO MUITO MAIS ANTIGOS, VIERAM DOS AMERICANOS QUE FIZERAM UM AVIÃO SOBRE UMA CATAPULTA OS DO IRMÃOS WHITE E HOJE SE DIZEM OS INVENTORES DO AVIÃO,THIAGO VAMOS DIZER SINCERAMENTE OS GRIPEN NUNCA SAIRAM O CHÃO E OS QUE SAIRAM SE DESFACELARAM O AR, E EM 2019 JÁ SERÃO SUCATAS POIS AS TECNOLOGIAS ESTÃO MUDANDO A CADA 4 MESES COM AS NANOS, O BRASIL SÓ TEM SUCATAS E NÃO AVIÕES PARECEM MAIS OS BALÕES DOS ALEMÃES DA 1º GUERRA MUNDIAL….

Marco Araujo
Marco Araujo
5 anos atrás

RONEY SOARES…
O F18 é um excelente caça. mas está para ser aposentado e tem um custo operacional muito mais elevado que o Grippen NG, fora que um acordo com os EUA não permitiria a transferência de tecnologia.
Outro ponto, voce está enganado quando a Grippen, pois já voa a um bom tempo, a versão NG é que está em desenvolvimento ( e já voando).

Paulo Fernando
5 anos atrás

Fico feliz com estas informações, pois assim poderíamos decretar guerra com os EUA e solicitar que eles comecem os bombardeios por Brasília para destruir tudo que é ruim por lá, assim poderíamos começar tudo de novo de modo certo e honesto, procurando rever todas as áreas deficientes neste país, assim como as forças armadas estamos com a saúde, transporte, educação, moradia e principalmente a criminalidade e impunidade.

sidnei
sidnei
5 anos atrás

Caso minha memória não me engane, a FAB também utilizou o FOUGA MAGISTER, ESTOU CORRETO?

Acácio José de Morias
Acácio José de Morias
5 anos atrás

Em matéria de avião de combate o único pais que podemos enfrentar numa guerra hoje seria o Paraguai e olhe lá,

Acácio.

Carcará
Carcará
5 anos atrás

Essa matéria me deixou preocupado. Como é que pode um país com as dimensões do Brasil, ter uma força aérea sucateada. Os atuais governantes brasileiros são irresponsáveis, e colocaram a segurança territorial do Brasil em perigo. O mundo não é constituído de anjos, e a qualquer momento pode ser deflagrado um conflito bélico mundial. E como fica o Brasil com esse poder militar fraquíssimo? Enquanto isso, nossas maiores autoridades se preocupam em se manterem no poder, mesmo sendo incompetentes e envolvidas em escândalos. Pobre Brasil, e coitados dos seus filhos.

flavio
flavio
5 anos atrás

Se reparar no ano de entrada das aeronaves verão que eram “novas”, atuais. Hoje temos aeronaves reformadas. É a mesma coisa que a VW está fazendo com o Gol, instalando uma central multimedia e diz que o carro é novo. Pegaram os antigos F-5, colocaram um Ipad neles de virou F-5M… OW.
Faltou ainda utilizarmos os T-37 e os Gloster Meteor.
Ah mas teremos o Gripen, teremos, um dia teremos.

WALMIR
WALMIR
5 anos atrás

ESSE PAÍS NÃO AGUENTA 5 HORAS DE GUERRA COM ESSE VELHARIA TODA.

Luís Carlos
Luís Carlos
5 anos atrás

Faltou dizer que o caça-bombardeiro F-5 também é antigo. Trata-se de projeto dos anos 50, assim como o Skyhawk.

Ruyroger maziero
Ruyroger maziero
5 anos atrás

Eu trocaria todos pelo melhor avião de combate que já houvi fala f16.

aldir
aldir
5 anos atrás

se o HAITI quisesse invadir o Brasil talvez não tivesse exito, mas faria um estrago bem considerável. os militares brasileiros estão de parabéns, são grandes recicladores de sucata.

Jonas Paulo Negreiros
5 anos atrás

Lembro-me do ruído do Gloster, parecia um zunido de abelha.
Tivemos alguns jatos De Havilland Vampire?
Ou seria uma operação conjunta com a Força Aérea da Venezuela?

Antonio
Antonio
5 anos atrás

Vejo que os dois últimos presidentes Lula e Dilma estão querendo destruir as defesas do nosso Brasil, para facilitar a entrada a entrada dos seus parceiros.

já imaginou se derrepente a Argentina e o Paraguaio resolva
invadir o sul do pais?

Luís Carlos
Luís Carlos
5 anos atrás

Uma pena que caças tão eficientes como os Mirage 2000 foram aposentados tão precocemente, antes mesmo da chegada dos NG Gripen que ainda devem demorar uns bons anos para definitivamente começarem a operar por aqui (2019). Falta de estratégia, na minha humilde opinião.

Rodrigo
Rodrigo
5 anos atrás

infelizmente o presidente que investir na área bélica da maneira apropriada sofrera grande queda na popularidade, ficara sob comentários ” o SUS do jeito q esta, o pais investe em armas”, mais uma vez a falta de cultura explicita de nossa sociedade, pois o pais precisa de poder minimo de dissuasão alem de que desenvolvimento de tecnologia de ponta militar reflete a médio longo prazo em outras areas, ate mesmo a engenharia biomédica.

Ycormau
Ycormau
5 anos atrás

Gloster Meteor, uma “cópia” melhorada do primeiro caca a jato em combate da história, o “Messerschmidt” alemão.

F18-CORINGA
F18-CORINGA
5 anos atrás

E pensar que os F-18 Hornet oferecidos já estão obsoletos perto dos F-35 JSF , e MIG´s russos. Voar em aviões sucateados é voar com a morte…

Fernando S. Filho
Fernando S. Filho
5 anos atrás

Os motores a jato atuais são apenas mais aperfeiçoados que esses exibidos na reportagem. Não são sucatas, longe disso. O GLOSTER-METEOR, inglês, funcionava com dois propulsores ROLLS-ROYCE, e o SABRE F-80, americano, da Lockheed, voava com um propulsor maior, fabricado por uma divisão da GENERAL MOTORS CORPORATION, chamada ALLISON, cuja sede era em Indiana/EUA. O motor inglês era menor e mais aperfeiçoado e o americano era mais simples, porém, mais robusto e maior. Trabalhei na revisão de ambos – Coisa boa.

Julio Cordeiro
Julio Cordeiro
5 anos atrás

Sem querer polemizar com temas off-topic, mas a bem da verdade não podendo fugir disto: o antigo programa FX, pelo cronograma original, já nos teria dado há anos aeronaves mais competitivas anos atrás…a culpa por este atraso todo deve-se ao grupo atualmente no poder, uma vez que na oposição tudo fizeram para atrasar o programa, e assim que chegaram ao poder, por absoluta inércia, somente agora consegue decidir-se por uma das opções, mas isso após décadas de procrastinação. A única coisa boa foi não termos caído no conto do Rafalle, muito mais caro do que o Gripen NG, que realmente era a melhor escolha. No final, teremos efetivamente um caça de ponta – pelo menos dentro do continente.

Junior
Junior
5 anos atrás

Tudo velho…sem tecnologia alguma

Marcio
Marcio
5 anos atrás

E o Brasil, desde 1953, só colecionando sucatas. Que o KC-390 nos tragam novos horizontes e o Brasil passe a produzir armamentos, ao invés de pegar ferro velho de outros países.

Silvio
Silvio
5 anos atrás

O Brasil não precisa de fabricar caças e sim de “saneamento básico”.

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