O temível Barão Vermelho

Ás dos Ases, o alemão Manfred von Richthofen foi o maior piloto da Primeira Guerra Mundial
O Barão Vermelho abateu 82 aviões em dois anos de combates (Revell)
O Barão Vermelho abateu 82 aviões em dois anos de combates (Revell)
O Barão Vermelho abateu 82 aviões em dois anos de combates (Revell)
O Barão Vermelho abateu 82 aviões durante os combates na Primeira Guerra Mundial (Revell)

A Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918, foi o conflito que marcou a entrada dos aviões no mundo militar. Ainda uma invenção recente, o avião se mostrou extremamente eficiente em combate, criando novas possibilidades de ataques e meios de observação a longa distância. Era o braço longo dos exércitos, proporcionando atacar inimigos de surpresa pelo alto e antecipar movimentos de tropas dias antes delas alcançarem seus objetivos, permitindo criar estratégias para contê-las. Era o início de uma era revolucionária.

Enquanto muitos ainda aprendiam a domar os aviões, já havia nesta época um sujeito que dominava com perfeição a arte de pilotar essas máquinas voadoras. Era o alemão Manfred von Richthofen, que ficou conhecido como “Barão Vermelho”.

Richthofen foi o maior dos ases da Primeira Guerra Mundial e seu apelido surgiu em virtude da cor de seus aviões, sempre com detalhes vermelhos ou pintados inteiramente nessa cor, como era o seu temível triplano Fokker DR1.

Com apenas 24 anos de idade, o Barão Vermelho, então lider da melhor esquadrilha de caça da Alemanha, a “11º Jasta”, já havia abatido 52 aeronaves. E era apenas o começo.

Barão

Richthofen era um “Freiherr” (“Senhor Livre”, em alemão), um título de nobreza frequentemente traduzido como “Barão”. Nascido em Breslau, no então Império alemão (atualmente Wroclaw, Polônia), o Barão Vermelho foi o segundo de quatro irmãos – seu irmão mais velho, Lothar, também foi piloto militar. Seus pais eram o oficial de cavalaria Albrecht ‘Freiherr’ von Richthofen e sua esposa, Gwendoly, que descendia de um longa linhagem familiar de militares e aristocratas.

Em nove anos de serviço militar, o Barão Vermelho alcançou o posto de capitão
Em nove anos de serviço militar, o Barão Vermelho alcançou o posto de capitão (Domínio Público)

Em 1911, com apenas 19 anos, Richthofen ingressou na escola militar, mas ainda muito longe de voar. Quando estourou a Primeira Guerra Mundial, era um oficial de reconhecimento da cavalaria e entrou em ação na Rússia, França e Bélgica. Porém, com o advento da “guerra de trincheiras”, as operações de seu regimento se tornaram ineficientes e obsoletas e seu grupo foi extindo. Desta forma, Manfred passou a servir como entregador de correspondência e operador de telefone de campo, funções que nunca o agradaram.

Desapontado por não participar diretamente dos combates, Richthofen pediu transferência para o setor de suprimentos do exército no início de 1915, onde se interessou pela aviação. Novamente, pediu outra transferência, mas desta vez para o Serviço Aéreo Imperial Alemão, que mais adiante ficaria conhecido como “Luftstreitkräfte”. Seu pedido foi aceito e em maio daquele ano iniciou seus treinamentos com os novíssimos aviões. E ele aprendeu rápido.

Em apenas três meses, Richthofen obteve a formação de piloto e partiu para a frente de batalha aérea, primeiramente como oficial observador em missões de reconhecimento. Sua primeira vitória nos céus, mesmo não atuando como “caçador”, aconteceu em Champagne, na França, onde abateu um avião com uma metralhadora de mão, após um tensa batalha com outro avião de observação francês, que fez o piloto ter novas ambições na aviação militar.

Em outubro de 1915, apenas dois meses após a aprender a pilotar um avião, Richthofen se juntou ao Kampfgeschwader 2 (Esquadrão de bombardeio No. 2) e passou a voar com um Albatros C.III biposto, atacando posições francesas com bombas lançadas da própria cabine e fogo de metralhadora, função que realizaria por quase um ano.

Raras imagens do piloto alemão ‘Barão Vermelho’

Caçador

Depois de um período pilotando aviões biposto na frente oriental, em agosto de 1916 Richthofen se volutariou a ingressar no recém-formado esquadrão de caça, o “Jasta 2”. Em menos de um mês, o piloto venceu seu primeiro combate aéreo, sobre Cambrai, na França.

O primeiro caça que o Barão Vermelho voou foi o Albatros C.III
O primeiro caça que o Barão Vermelho voou foi o Albatros C.III (Domínio Público)

Após sua primeira vitória confirmada, Richthofen encomendou uma taça de prata gravada com a data e o tipo do avião inimigo que abateu a um joalheiro de Berlim, prática que repetiria outras 60 vezes até o fornecimento de prata na Alemanha ficar limitado durante a guerra, que o forçou a interromper sua “coleção”.

Em vez de usar táticas agressivas e arriscadas, como seu irmão Lothar, que também era piloto e colecionou 40 vitórias, Manfred seguia apenas uma série de orientações básicas para assegurar o sucesso do esquadrão e de seus pilotos. Richthofen não era um piloto espetacular ou acrobata, como seu irmão. Por outro lado, ele era um estrategista notável, um excelente líder de esquadrão e um ótimo atirador. Geralmente ele atacava de cima para ter a vantagem do sol atrás dele, com outros pilotos cobrindo sua retaguarda e flancos.

Em 23 de novembro de 1916, Richthofen abateu seu oponente mais famoso, o ás britânico Major Lanoe Hawker. Essa vitória ocorreu enquanto o piloto alemão voava um Albatros D.II e Hawker um Airco DH.2. Depois de um longo combate aéreo, Hawker foi morto com uma bala na cabeça quando tentava escapar de volta para suas próprias linhas.

O frágil caça Airco DH.2, usado pela Inglaterra, foi uma das principais vítimas do Barão Vermelho (Domínio Público)
O Airco DH.2, usado pela Inglaterra, foi uma das principais vítimas do Barão Vermelho (Domínio Público)

Depois desse combate, Richthofen ficou convencido de que ele precisava de um avião de caça com maior agilidade, mesmo com perda de velocidade. Ele trocou seu aparelho por um Albatros D.III em janeiro de 1917, obtendo duas vitórias antes de sofrer uma quebra do suporte da asa inferior em voo, em 24 de janeiro. Richthofen voltou a usar o Albatros D.II pelas cinco semanas seguintes até ser abatido. Nessa oportunidade, o piloto alemão conseguiu pousar seu avião com relativa segurança e sobreviveu.

Depois de sua 18ª vitória (em 24 de janeiro de 1917), von Richthofen recebeu o ‘Pour le Mérite‘, a honraria militar mais elevada da Alemanha na época. Ao mesmo tempo ganhou o apelido ‘Barão Vermelho’ em seu esquadrão, nome que também ficaria conhecido do outro lado das linhas inimigas, que sempre o reconheciam de longe devido as cores vistosas em seu avião.

Ainda em 1917, o Barão Vermelho seria abatido novamente, pelo piloto inglês Donald Cunnell. Dessa vez, porém, Richthofen ficou gravemente ferido e voltaria a voar somente cinco meses depois. E seu retorno foi em grande estilo.

O triplano Fokker DR1 foi o avião mais apreciado pelo Barão Vermelho devido a sua enorme agilidade (Domínio Público)
O Fokker DR1 foi o avião mais apreciado pelo Barão Vermelho devido a sua agilidade (Domínio Público)

Após sua recuperação, o Barão Vermelho passou a voar com o triplano Fokker DR1, o característico avião com o qual ele é normalmente associado. Apesar da relação feita pelo público, apenas 19 das suas 82 vitórias foram obtidas com esse aparelho. O piloto ainda contribuiu para o desenvolvimento do Fokker D.VII com sugestões para superar as deficiências dos caças alemães daquela época. No entanto, ele não chegou a ter a oportunidade de voar com esse modelo em combate, pois seria abatido e morto dias antes que ele entrasse em operação.

Documento australiano indicando a abate e morte de Barão Vermelho (Domínio Público)
Documento australiano indicando a abate e morte de Barão Vermelho (Domínio Público)

Quem matou o Barão Vermelho?

Existe uma grande discussão quanto à morte do Barão Vermelho e a questão até hoje não está totalmente clara. Em 21 de abril de 1918, Richthofen envolveu-se num combate aéreo sobre o rio Somme, no norte da França, com alguns biplanos Sopwith Camel ingleses. Enquanto perseguia um piloto novato, Richthofen também era perseguido por um piloto canadense, o capitão Roy Brown, ao qual foi atribuido o abate do temível piloto alemão.

Porém, muitos artilheiros australianos, que também combatiam na mesma região, garantem ter disparado contra o triplano vermelho de von Richthofen quando este perseguia de perto sua frágil vítima a bordo de um biplano com insignias da RAF (Força Aérea da Inglaterra), em voo rasante sobre a copa das árvores.

Segundo documentos históricos, o combate de fato acorreu sobre a 53º Bateria de Artilharia Australiana e parece mais digno de crédito que quem abateu o Barão Vermelho foi o sargento Cedric Popkin, com uma metralhadora Vikers de 7,7 mm.

O funeral do Barão Vermelho foi realizado por soldados e oficiais britânicos (Domínio Publico)
O funeral do Barão Vermelho foi realizado por soldados e oficiais britânicos (Domínio Publico)

Após a queda, o triplano de Barão Vermelho, que era construído basicamente de madeira e tecido, foi depenado por saqueadores de lembranças. O corpo do piloto, por outro lado, teve um final mais digno de sua carreira: Richthofen foi sepultado por militares ingleses e seu caixão foi até mesmo carregado por alguns ases britânicos. Na coroa de flores em seu túmulo estava escrito: “Ao nosso corajoso e digno inimigo”.

Veja mais: A cobra de Pugachev

Total
45
Shares
0 0 votes
Article Rating
118 Comentários
Oldest
Newest Most Voted
Inline Feedbacks
View all comments
Parada
Parada
6 anos atrás

História incrível.

Maurício
Maurício
6 anos atrás

Já pensou se o Barão fosse piloto da Alemanha Nazista? A sua história seria completamente acobertada, como se nem tivesse existido. Pois ao que parece para a sociedade de hoje TODOS os nazistas, até o contador eram verdadeiros demônios, ninguém admite que eram pessoas também. É uma pena, pois hoje praticamente só sabemos de um lado da história, ou melhor, 1 e meio, (1 dos Aliados e 1/2 dos Soviéticos). Enquanto sabemos dos heróis aliados, do exímio general soviético Zhukov, nunca vamos saber dos grandiosos heróis nazistas, que nada mais faziam do que combater por seu país, por patriotismo, sem nem ter conhecimento de holocausto e afins mas que por isso estão condenados ao esquecimento das páginas da história.

raymundo torres
raymundo torres
6 anos atrás

Curiosidade: O sobrenome é o mesmo daquela condenada que articulou a morte dos pais…

Alexandre
Alexandre
6 anos atrás

Sim! Ele é avô da Suzane.

helio ferrari
6 anos atrás

muito legal, achei bacana é historia do passado.

Marco
Marco
6 anos atrás

Tem um fato curioso não citado ai…Ele era tio-avo do mesmo Manfred Von Richthofen assassinado pela sua filha Suzane Von Richthofen, caso super conhecido no país.

Renato
Renato
6 anos atrás

Mas… Manfred von Richthofen não era o pai da Suzane???

Skooter
6 anos atrás

Eu também derrubei o Barão Vermelho:
https://www.youtube.com/watch?v=lCLNmXPe_Lc

Hugo Vieira
Hugo Vieira
6 anos atrás

Quase chorei no final. Não sabia.

ivan
ivan
6 anos atrás

Matéria simpática, mas carrega uns errinhos de digitação. Apenas para complementar, “Rittmeister” não faz parte de seu nome, mas sim é o posto militar (Capitão de cavalaria).

Alex Caieiro
Alex Caieiro
6 anos atrás

A vida é Irônica, quase 100 anos depois uma descendente direta dele também fica famosa, mas por assassinar seus pais a sangue frio, sim Susane Von Richthofen é parente do famigerado piloto Alemão.

Ricardo Augusto Discanio.

Thiago. Parabéns pelo belo texto.

Rafael Marcondes
Rafael Marcondes
6 anos atrás

Cara, você está de parabéns pela matéria e narrativa. Um texto extenso mas digno de pocket book comprado em aeroportos. A leitura do texto me prendeu do começo ao fim. Novamente parabéns.

Fábio
Fábio
6 anos atrás

Muito bacana a história! No museu de tecnologia de Munique tem a réplica do avião dele pendurado por cabos de aço e Tive oportunidade de conhecer.
Abs

dario
6 anos atrás

Coincidência mesmo, o nome do barão vermelho era Manfred von Richtofen, o mesmo nome do pai da suzana.

Edson Brunhara
Edson Brunhara
6 anos atrás

Enterrado e homenageado pelos seus inimigos!!! Isso, sim, é de se admirar!!!

jose claudenir
jose claudenir
6 anos atrás

Bom e o filme barão vermelho.
Recomendo assistir.

Antonio
Antonio
6 anos atrás

Alexandre, parece que o Barão Vermelho é tio avô do pai de Susanne!

mauricio
mauricio
6 anos atrás

Ele foi antepassado da Suzane, não se exatamente avô, contudo, o pai dela leva o mesmo nome (não soh o sobrenome) e se vangloriava muito sobre este fato. Inclusive quando as investigações internas da DERSA iniciaram por conta do deu enriquecimento ele afirmava que seria mais difícil condená-lo, tanto quanto abater o barão vermelho.

Andre
Andre
6 anos atrás

Barão Vermelho e bisavô da Suzane Richtofen, condenada pela morte dos pais.

Antonio
Antonio
6 anos atrás

Alexandre, parece que o Barão Vermelho é tio avô do pai de Suzanne!

Antonio
Antonio
6 anos atrás

Parece que o Barão Vermelho é tio-avô de Manfred, pai de Suzanne!

Clicios
Clicios
6 anos atrás

Daria um otimo filme essa história.

Adriano Moreno
Adriano Moreno
6 anos atrás

Não poderia deixar passar o reconhecimento ao conhecimento histórico e sensatez do comentarista Maurício sobre sua colocação exata sobre os fatos. Parabéns. Realmente você os merece.

luna
luna
6 anos atrás

Tentar proteger nazistas é um tanto quanto anormal. Foram os nazistas quem provocaram a guerra e são responsáveis pelas maiores atrocidades. O povo alemão aceitou oq eram feito com os judeus, o exército alemão invadiu paises…Os Russos se.defenderam….se os americanos nao entram na guerra certamente estaríamos com estatuas de Hitler nas nossas escolas…

Julio Oliveira
Julio Oliveira
6 anos atrás

Que história sensacional!!! Uma das melhores que já li sobre combates… Os caras eram super hiper habilidosos e acima de tudo corajosos.

Aldair
Aldair
6 anos atrás

O verdadeiro soldado apesar de trocar tiros pela sobrevivência sabe diferenciar quando o inimigo tem seu valor,sua bravura.Essa reverência aconteceu na segunda guerra que foi um fato REAL que nós brasileiros temos que nos orgulhar muito.Foi na Itália,onde os pracinhas foram enviados. Num determinado dia,saiu em patrulha três soldados brasileiros,todos mineiros e de repente se depararam com um pelotão de alemães nazistas e mesmo estando em TOTAL desvantagem,mesmo o inimigo gritando pra eles se renderem,nenhum fez isso e morreram lutando.Conta que um dos pracinhas conseguiu eliminar uma metralhadora mas nesse momento ficou exposto e foi alvejado.O ato foi considerado de heroismo e pra surpresa dos aliados,os alemães que NUNCA enterravam seus inimigos,além de fazer esse último ato,ainda fizeram questão de fazer uma placa espécie de lápide com os seguintes dizeres:” Drei Brasilianische Helden ou seja TRÊS HERÓIS BRASILEIROS”.

Gilmar Reinheimer
Gilmar Reinheimer
6 anos atrás

Martin Drewes: piloto lufwafe,
pesquisa youtube

Gilmar Reinheimer
Gilmar Reinheimer
6 anos atrás

Martin Drewes: piloto lufwaffe

Edy Sousa
6 anos atrás

O Filme “Barão Vermelho”, é espetacular!

Helio
Helio
6 anos atrás

Caro Mauricio,teve sim um heroi nazista,marechal Von Rommel,alcunhado de a raposa do deserto,e era admirado pelos aliados.

jose martins
6 anos atrás

Na verdade ele era tio-avô do pai da Suzanne.

Wellington Trajano
Wellington Trajano
6 anos atrás

Parabéns pela matéria. Parabéns a cultura inglesa, que reconhece a coragem e honradez até mesmo dos inimigos.

Aparecida Flaviana Lima
Aparecida Flaviana Lima
6 anos atrás

É o total desconhecimento da história. Como um ser humano pode desprezar o que aconteceu a 70/80 anos com seres humanos na Segunda Guerra Mundial? Sr. Mauricio, estude bastante e depois emita sua opinião para não magoar outros seres humanos.

Helio
Helio
6 anos atrás

Caro Mauricio,teve sim um heroi nazista,Marechal Vonn Rommel,conhecido como a raposa do deserto, e foi muito respeitado e admirado,ate pelos inimigos,

Wagner
Wagner
6 anos atrás

O Barão Vermelho era tio-avô do engenheiro alemão naturalizado brasileiro Manfred Albert von Richtofen e, consequentemente, um antepassado da Suzane.

vinicius
vinicius
6 anos atrás

Ótima matéria texto muito bem escrito

flavio
flavio
6 anos atrás

bela história, e o que aconteceu no seu funeral, vem confirmar histórias que durante a segunda guerra os alemães ou se entregavam para os britânicos, que eles achavam lordes…. ou se matavam se soubessem que seriam pegos pelo exército vermelho….

Petkovic
Petkovic
6 anos atrás

Muito bem escrita a pequena narrativa com a história do Barão, muito bom! No desfecho da história a sempre nobre atitude inglesa, ato de um dos povos mais inteligentes e pacíficos do mundo… a despeito de terem sido o banco do mundo por muitos séculos, ditando a economia global pós revolução industrial e, com isso, logicamente, defendendo seus interesses, sempre foram brandos e razoáveis em momentos de guerra e colonizações…

paulo
paulo
6 anos atrás

curiosidade…existe o filme….der rote baron (2010)

Eduardo
6 anos atrás

Nenhum parentesco com a nossa Richtophen. O pai dela mentia que fossem parentes. Não eram. Eles (os brasileiros) não mereciam.

Andre
Andre
6 anos atrás

Nao… e historia do futuro…

Thiago Nalli Valentim
6 anos atrás

Adorei a leitura. Agregou mais um conhecimento e cultura. Gosto de ler textos desse tipo de conteúdo. Parabéns.

Rodrigo
Rodrigo
6 anos atrás

A Alemanha Nazista obviamente também teve excelentes pilotos como o mito Hans-Ulrich Rudel que fez 2.530 missões de combate, 9 vitórias (7 caças em combate) +519 tanques destruídos, 800 veículos de todos os tipos, 150 peças de artilharia, inúmeras pontes, 70 embarcações anfíbias, um encouraçado, um cruzador e um destroyer. Ele foi um piloto de Stuka no front russo e o único a receber a condecoração Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro com Folhas de Carvalho Douradas, Espadas e Diamantes.

frederico
frederico
6 anos atrás

ninguém lembra de René Fonck e quem foi o primeiro homem a abater mais de cinco aviões muito antes da primeira guerra

aILTON
aILTON
6 anos atrás

Agora faz por merecer uma digna matéria sobre a lenda 40sec Boyd

Thiago Sabino
Thiago Sabino
6 anos atrás

Ótima narrativa.

Existe , em Leme-SP , uma réplica perfeita do Fokker Dr.1 nas cores do Richtofen.

Possui motor rotativo original Le Rhône, e as cores do Jasta…

Perfeita a réplica.

Ah, e voa também.

Valeu.

Brazucas are funny
Brazucas are funny
6 anos atrás

Esse tal de Mauricio devia ler mais (eu sei, aí no Brasil é meio dificil ler, porque não existem escritores nem livros, só calor e crime, e vocês ficam perdendo tempo se divertindo com não sei o que – se eu morasse aí me matava para parar de sofrer e não ia me “divertir”, aí é o nono círculo do inferno).
Sabemos sim da história de muitos heróis e grandes comandantes Alemães da Segunda Guerra mundial: Rommel a raposa do deserto, Himmler o grande comandante da Luftwaffe, O Almirante Lindermann, herói de Peenemunde que foi o comandante do Encouraçado Bismarck, Krestchmer que foi um dos maiores comandantes de U-Boats e depois se tornou UM COMANDANTE DA NATO! Enfim, muitas histórias. É que nós aqui nos EUA LUTAMOS NA GUERRA DE VERDADE, então temos HISTÓRIAS HERÓICAS DOS NOSSOS INIMIGOS para contar, que são passadas de gerações à gerações de guerreiros AMERICANOS. Não somos como vocês que a única participação na WWII foi passear em uma zona pacificada (POR NÓS) na Italia, em uma excursão financiada com dinheiro de nós pagadores de impostos cidadãos dos Estados Unidos, e participaram de duas batalhas contra a retaguarda subnutrida do que sobrou da Wehrmacht lá. Por isso você não conhecem nenhuma história sobre nossos bravos inimigos Alemães durante a WWII.

Rafael
Rafael
6 anos atrás

É conhecido o local de sepultamento dele?

Mauro
Mauro
6 anos atrás

História sensacional. Recentemente li sobre o Hans Baur outro mito alemão da aviação. A coragem e perícia destes pilotos pioneiros é incrível. Parabéns Thiago.

Previous Post
Com o terminal 2 concluído, Confins poderá receber até 22 milhões de passageiros por ano (BH Airport)

Novo terminal de Confins começa a ser construído

Next Post

Quando os porta-aviões voavam…

Related Posts